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Muito Fósforo pra Pouco Governador

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Pois então tá então, vamos a mais uma crônica da cidade? Vamos lá, amiguinhos? 


    Admito que hoje não tive muita paciência para os matutinos e preferi ler de bicada no Twitter. É impressionante a quantidade de coisa que a gente lê mas não aprimora, vendo apenas os títulos das matérias e uma fotinha com algum figurão. Esse foi o caso do M.M, ou para os que não são íntimos como eu, Marcelo Miranda.

    Pois bem, a história de M.M é a seguinte, é que na semana passada (dia 03-04-17) o danado publicou no Diário Oficial do Estado a compra de 3 milhões de palitos de fósforo. Um montante que custará aos cofres do Tocantins coisa perto de 45 mil reais. Para mim o valor é irrisório, é o que gasto com a gorjeta do garçom, mas não é que o pessoal resolveu fazer caso com os fósforos.  

   Então, a notícia é antiga, da semana passada, vocês devem  estar se perguntando porque estou contando essa história hoje. A razão é simples, é que somente hoje ela teve a repercussão nacional. Vejam aí, o nosso pacato Tocantins. Ah sim, tinha esquecido de falar que M.M é o governador do estado do Tocantins, e escrevo efetivamente, do estado do Tocantins. Amigos de fora do estado vão dizer que sou um índio, e não pego ar, não, só lembro que as flechas daqui tem veneno. Enfim, que dizia? Vamos dar quebra de linha para seguir as regras interneticas.

  Pois bem, nosso amigo Marcelo Miranda comprou tantos fósforos que daria para colocar fogo em todo o cerrado. Alguns dizem que estão esquentando demais a cabeça com isso, cuidado pra não queimar! 

  Seu Maneu, homem de pouco estudo e muita sabedoria, disse que o M.M anda "pitando demais", ele disse que fósforo mesmo só se for pra pitar. Pra acender fogo ou fazer comida pra ele é mais adequado o bom e velho isqueiro mesmo. O tempo de um palito de fósforo, no entanto, é ideal para acender o cigarrinho. Para Seu Maneu é o melhor para dar combustão no "paiero". 

   Sem muito mais para hoje, me despeço por aqui, dando vivas ao nosso governador que sabe o que é prioridade no orçamento do Estado.




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